
Mamã, eu queria tanto dar-te flores, mas
estás tão longe naquele Outono que te levou!
Noutras paragens, sei lá quais,
onde te encontras,
não te as poderei oferecer,
jamais!
Penso se em nós pensas, os que deixaste
numa tristeza incessante,
dolorosa ferida aberta,
que sei não sarará!
Esta dor profunda é rasto que me sulca
dia a dia,
uma saudade sem medida,
uma revolta que me não larga.
Lamento hoje, tudo o que te não disse,
merecidas palavras, por
todo o teu amor!
Serás viva para sempre na saudade e na lembrança,
Mãe minha serás, amada eternamente!
MDBranquinho










